<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150</id><updated>2012-02-16T17:17:09.384-02:00</updated><category term='tempo geológico'/><category term='depressão'/><category term='cadeias alimentares'/><category term='bactérias'/><category term='embriologia'/><category term='questões abertas'/><category term='oxitocina.'/><category term='zoologia'/><category term='magnificação trófica'/><category term='neurociência'/><category term='vestibular'/><category term='archeas'/><category term='biologia celular'/><category term='interação planta-animal'/><category term='estresse'/><category term='origem da vida'/><category term='espermatozóides'/><category term='répteis'/><category term='síntese protéica'/><category term='seres vivos'/><category term='ansiedade'/><category term='virus; terapia celular; célula tronco; pluripotente'/><category term='reprodução humana'/><category term='genética'/><category term='ornitorrinco'/><category term='aves'/><category term='anorexia'/><category term='Ecologia'/><category term='DNA'/><category term='megafauna'/><category term='neurotransmissores'/><category term='Evolução'/><category term='zigoto'/><category term='doenças. saúde. epidemias. endemias. gripe. população'/><category term='fome'/><category term='botânica'/><category term='mamífero'/><category term='mamíferos'/><category term='história natural'/><category term='cronologia'/><category term='carioteca'/><category term='fecundação'/><category term='coevolução'/><category term='biorremediação'/><category term='hormônios'/><category term='endossimbiose'/><category term='virus'/><category term='diferenciação celular'/><category term='grelina'/><category term='comportamento'/><category term='biologia molecular'/><category term='vertebrados'/><category term='genes'/><category term='câncer'/><title type='text'>GAIA - CONSULTORIA EM BIOLOGIA</title><subtitle type='html'>GAIA BIOLOGIA - Novidades do mundo da Biologia e assessoria para vestibulandos nas áreas biológicas.
Supervisão e postagens: Professor Marcio Léo.
Professor nos principais cursos preparatórios para vestibulares em Belo Horizonte. Experiência em preparação personalizada para vestibulares.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-3781532654575177450</id><published>2010-03-14T23:35:00.004-03:00</published><updated>2010-03-14T23:39:41.483-03:00</updated><title type='text'>SITE DO GAIA</title><content type='html'>Moçada, para facilitar agora estará no ar o site&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gaiabiologia.com"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;www.gaiabiologia.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não reparem ainda pois está sendo aprovado o novo visual!Abração do Léo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-3781532654575177450?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/3781532654575177450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=3781532654575177450' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/3781532654575177450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/3781532654575177450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2010/03/site-do-gaia.html' title='SITE DO GAIA'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-7037711272433939682</id><published>2010-02-21T22:36:00.004-03:00</published><updated>2010-02-21T22:51:41.589-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='virus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='doenças. saúde. epidemias. endemias. gripe. população'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vestibular'/><title type='text'>Doenças Emergentes e Reemergentes.</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DOENÇAS EMERGENTES E REEMERGENTES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;AS DOENÇAS EMERGENTES&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Nos últimos anos, diversas novas doenças têm sido descobertas, algumas muito graves e de difícilcontrole. Somente para ilustrar, desde a descoberta do vírus da imunodeficiência humana (HIV), no início dos anos 80, mais de duas dezenas de patógenos foram descritos e envolvidos em diversas doenças. Estas novas doenças vão se somar a outras já existentes - cuja incidência tem aumentado - e entre os novos&lt;br /&gt;agentes microbianos encontram-se diversos vírus para os quais o arsenal terapêutico disponível é muito precário.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A definição de doença emergente proposta pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC dos Estados Unidos da América engloba tanto as doenças infecciosas de descoberta recente quanto aquelas cuja incidência tende a aumentar no futuro: "doenças causadas por micróbios que já se sabia serem patogênicos mas com padrão diferente de doença (aumento de incidência, processo patogênico inusitado) ou&lt;br /&gt;que foram reconhecidos como patógenos novos para o ser humano".&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Do ponto de vista biológico, é possível afirmar que a emergência de novos patógenos não é novidade para o homem, que tem convivido com esta situação desde o início de seu processo evolutivo e, certamente, é possível antever que isto ocorrerá pelos anos que virão. Evidentemente, a situação atual tem características peculiares e preocupantes, entre elas: &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;a) Aumento da população (mais de 6 bilhões de pessoas);&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;b) Grandes movimentações destas populações, espontaneamente (viagens de lazer ou negócios) ou induzidas (guerras, secas e outros desastres ambientais);&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;c) Aumento das doenças pela maior exposição de grupos específicos a situações de risco, como institucionalizados (prisões, asilos para idosos, orfanatos, migrantes, escolas), populações de rua, condições precárias de moradia;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;d) Mudanças ecológicas intensas e rápidas, relacionadas ao desenvolvimento econômico e industrial;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;e) Diminuição do suporte social, aumento do desemprego, urbanização desorganizada;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;f) Utilização intensa de antimicrobianos facilitando o aparecimento de cepas resistentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;É fato conhecido que os agentes das doenças infecciosas e parasitárias são parte do nosso convívio e nicho ecológico, sendo certamente pouco provável (e pouco desejável) sua completa eliminação. As complexas relações ecológicas (hospedeiro/meio-ambiente/parasitas) ainda não estão completamente elucidadas e é desnecessário enfatizar a importância da manutenção deste equilíbrio para o próprio equilíbrio da vida. Por outro lado, o conhecimento técnico acumulado neste século já demonstrou de maneira insofismável a estreita relação entre a melhoria das condições sanitárias básicas e a diminuição da incidência das doenças infecciosas e parasitárias. Aquelas incluem, mas não estão limitadas à, disponibilidade de água tratada, esgotamento sanitário, alimentação sadia, educação e emprego. Certamente, este controle pode ser facilitado pela aplicação dos resultados das pesquisas da ciência biomédica.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CONTROLE DE DOENÇAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Os programas de incentivo ao aleitamento materno e a vacinação de suscetíveis têm papel significativo para o efetivo controle de diversas doenças infecciosas. Entretanto, as sociedades industrializadas no final do século XX alardearam ser capazes de controlar todas as doenças infecciosas por meio da imunização ou tratamento.&lt;br /&gt;Nesse sentido, em setembro de 1978 foi assinada a Declaração de Alma Ata: no ano 2000, toda a humanidade deveria estar imunizada contra a maioria das doenças infecciosas, cuidados básicos de saúde estariam disponíveis para todos os homens, mulheres e crianças, independente de classe social, raça, religião ou lugar de nascimento.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Os diversos acontecimentos políticos e sociais, associados ao aparecimento da epidemia da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), serviram para anular esta presunção. Apesar disso, pesquisadores e agentes da saúde pública ainda acham possível a perspectiva de acrescentar, nos próximos anos, ao rol das vacinas, uma vacina eficaz contra a AIDS, do mesmo modo como foi possível para outras doenças infecciosas. Desafortunadamente, "do mesmo modo" pode ter dois significados: sim, parece ser tecnicamente possível o desenvolvimento de uma vacina eficaz nos próximos anos. Entretanto, a mera existência de outras vacinas igualmente eficazes não tem sido sinônimo de disponibilidade mundial, e este é o segundo e cruel significado - isto ocorreu, e ainda ocorre em muitos países, com o sarampo, rubéola, hepatite B e tétano, entre outras. Em outras palavras, a existência de determinada vacina não significa sua disponibilidade para todos que dela necessitem.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A SITUAÇÃO BRASILEIRA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O Brasil chega ao final do século XX com diversos problemas sociais sérios, com reflexos diretos sobre a saúde pública. Entre estes, o êxodo da zona rural para as cidades, o desemprego e a vergonhosa concentração de renda. Segundo o IBGE, apenas 1% da população detém riqueza superior a dos 50% dos brasileiros mais pobres, ou seja, menos de 2 milhões de pessoas possuem mais que a soma dos bens de 83 milhões de brasileiros _ acresça-se a isto o descaso com a saúde pública. Evidentemente, estes fatores contribuem para o aumento da incidência de doenças infecciosas e parasitárias, incluindo o reaparecimento de outras já praticamente eliminadas, e a expansão de novas patologias. Desta maneira, assiste-se à expansão dos casos de leishmaniose, hanseníase, dengue, malária e tuberculose, esta última principalmente em associação com a AIDS; ao reaparecimento da cólera e febre amarela urbana; ao não-controle da esquistossomose _ apesar da significativa diminuição dos casos novos de doença de Chagas, ocorrida principalmente através da dedetização, não houve melhoria significativa nas condições básicas para seu efetivo controle (melhor habitação, educação sanitária, emprego digno, etc.).&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Aliás, a necessidade desta melhoria e seu avesso (piora das condições de vida, desemprego, ausência de saneamento básico) é comum às outras doenças endêmicas, epidêmicas, emergentes e reemergentes deste final de século. Assim, não é desejável e muito menos possível fazer qualquer exercício de futurologia relacionado às doenças emergentes no século XXI. Entretanto, com base nos dados ora disponíveis, é possível analisar as tendências para os próximos anos.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;(MARCIO LÉO - a partir de fontes diversas)&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;** EM BREVE CURSO PARA TREINAMENTO DE QUESTÕES ABERTAS**&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-7037711272433939682?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/7037711272433939682/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=7037711272433939682' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/7037711272433939682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/7037711272433939682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2010/02/doencas-emergentes-e-reemergentes.html' title='Doenças Emergentes e Reemergentes.'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-1742073672238210786</id><published>2009-11-30T16:26:00.003-02:00</published><updated>2009-11-30T16:44:43.244-02:00</updated><title type='text'>CURSO PARA A SEGUNDA ETAPA DA UFMG</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CLO4751%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="metricconverter"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt; 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Material incluso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;INVESTIMENTO:&lt;/span&gt; parcela única R$350,00 no ato da matrícula referentes a:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;1. Sete horas de aulas por semana com o Prof. Marcio Léo durante as CINCO SEMANAS.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;2. Matrícula.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;3. Todo o material do GAIA.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;4. Questão inédita ao final de cada aula com correção individual e observações do professor Marcio Léo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;LOCALIZAÇÃO&lt;/span&gt;: Local de fácil acesso – Avenida Brasil 1831 / sala &lt;st1:metricconverter productid="1102 a" st="on"&gt;1102 a&lt;/st1:metricconverter&gt; um quarteirão da Praça da Liberdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;HORÁRIOS DA SEGUNDA ETAPA 2009&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Turma A&lt;/span&gt; – TERÇA-FEIRA – 18h15min 21h45min: 1 – 8* – 15 – 22 – 29 de dezembro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;                  &lt;/span&gt;SEXTA-FEIRA – 14h00min 17h30min: 4 – 11 – 18 – 27** de dezembro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Turma B&lt;/span&gt; – QUINTA-FEIRA – 8h00min 11h30min 3 – 10 – 17 – 24* – 31* de dezembro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;                  &lt;/span&gt;SÁBADO – 7h30min 11h00min – 5 – 12 – 19 – 26 &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;de dezembro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;* NÃO HAVERÁ FERIADO NAS TURMAS DA MANHÃ&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;**DOMINGO 8h00min 8h30min em substituição ao dia 25 - NATAL&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:Arial;font-size:12pt;"  &gt;INÍCIO DAS AULAS : TERÇA FEIRA- 01 DE DEZEMBRO DE 2009.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-1742073672238210786?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/1742073672238210786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=1742073672238210786' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/1742073672238210786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/1742073672238210786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2009/11/curso-para-segunda-etapa-da-ufmg.html' title='CURSO PARA A SEGUNDA ETAPA DA UFMG'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-7575138134785234686</id><published>2009-04-14T16:47:00.005-03:00</published><updated>2009-04-14T16:58:52.034-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='magnificação trófica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mamíferos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cadeias alimentares'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biorremediação'/><title type='text'>CADEIAS ALIMENTARES CONTAMINADAS</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;** APÓS LEITURA DO TEXTO TENTE RESPONDER ÀS SEGUINTES QUESTÕES:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;1 - Como se denomina o fenômeno apresentado no texto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;2- Qual uma provável cadeia alimentar para que os agrotóxicos cheguem até os elefantes marinhos?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;3- Por que os produtos estão até hoje presentes nos ambientes contaminados/&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;4- Proponha uma forma de biorremediação para o problema.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="texto12"  style="  line-height: 16px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: center; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Herança negativa &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="texto12" style=" line-height: 16px; "&gt;&lt;div style="text-align: center; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Agrotóxicos absorvidos por elefantes-marinhos da Antártica são transmitidos aos seus filhotes &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;table cellspacing="0" cellpadding="5" width="50" align="center" summary="" border="0"  style=" line-height: 16px; font-size:12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="center"  style=" line-height: 16px; font-size:12px;"&gt;&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" width="40" align="left" border="0"  style=" line-height: 16px; font-size:12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bg=""   style=" line-height: 16px; font-size:12px;color:#51a1d6;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;img height="290" width="450" border="0" alt="" src="http://cienciahoje.uol.com.br/images/ch%20on-line/2009/142701b.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bg=""   style=" line-height: 16px; font-size:12px;color:#51a1d6;"&gt;&lt;span class="texto12" style=" line-height: 16px; "&gt;&lt;table cellspacing="0" cellpadding="4" width="100%" border="0"  style=" line-height: 16px; font-size:12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td  style=" line-height: 16px; font-size:12px;"&gt;&lt;p align="left"  style=" line-height: 16px; font-size:12px;"&gt;&lt;span class="texto10" style=" line-height: 14px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Análises da gordura e do leite de elefantes-marinhos que vivem na Antártica detectaram a contaminação de animais adultos e jovens por compostos tóxicos (foto: Octopus/ Furg).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;Pesticidas e outros compostos químicos afetam biomas muito distantes dos locais onde foram lançados. Um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) constatou que elefantes-marinhos que vivem na Antártica são contaminados por compostos químicos usados em países do hemisfério Sul e transmitem essas substâncias tóxicas aos seus filhotes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não serem utilizados no continente antártico, os compostos químicos são levados até lá pelas correntes de ar e, ao entrarem em contato com o ar frio dos pólos, se condensam e precipitam no mar, onde os elefantes-marinhos passam a maior parte de suas vidas. Esses mamíferos, que pertencem ao mesmo grupo das focas e morsas, só se reúnem em terra firme uma vez ao ano, para se reproduzir e trocar de pelo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo, que faz parte do Programa Antártico Brasileiro, analisou elefantes-marinhos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;(Mirounga leonina)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;que vivem na ilha Elefante, localizada na península Antártica, região próxima ao extremo sul da América do Sul. Ao longo de três expedições, realizadas entre 1997 e 2000, a equipe, coordenada pelo oceanólogo Adalto Bianchini, da Furg, observou os hábitos desses mamíferos e coletou amostras de gordura e leite dos animais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contaminação dos filhotes começou a ser investigada depois que os pesquisadores, com a colaboração da Universidade de Trent, no Canadá, detectaram a presença de compostos tóxicos em animais adultos e jovens da ilha, com níveis mais expressivos nas fêmeas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;table cellspacing="0" cellpadding="5" width="50" align="right" summary="" border="0"  style=" line-height: 16px; font-size:12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="center"  style=" line-height: 16px; font-size:12px;"&gt;&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" width="40" align="left" border="0"  style=" line-height: 16px; font-size:12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bg  style=" line-height: 16px; font-size:12px;color:#51a1d6;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;img height="300" width="225" border="0" alt="" src="http://cienciahoje.uol.com.br/images/ch%20on-line/2009/142701a.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td bg  style=" line-height: 16px; font-size:12px;color:#51a1d6;"&gt;&lt;span class="texto12" style=" line-height: 16px; "&gt;&lt;table cellspacing="0" cellpadding="4" width="100%" border="0"  style=" line-height: 16px; font-size:12px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td  style=" line-height: 16px; font-size:12px;"&gt;&lt;p align="left"  style=" line-height: 16px; font-size:12px;"&gt;&lt;span class="texto10" style=" line-height: 14px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Pesquisa da Furg mostrou que as fêmeas de elefantes-marinhos transmitem as substâncias tóxicas absorvidas por seu organismo aos filhotes durante a gestação e a amamentação (foto: Matthew Field/ Wikimedia Commons).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A equipe constatou que os compostos são transmitidos aos filhotes por meio da placenta (durante a fase de desenvolvimento uterino) e, depois do parto, pela amamentação. Nos primeiros dias após o nascimento, os animais chegam a adquirir até 50% da concentração de substâncias químicas tóxicas que absorvem durante toda a vida. Os resultados dessa análise foram publicados na edição de abril do periódico &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Chemosphere.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Mais vulneráveis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;br /&gt;Bianchini ressalta que o perigo da contaminação prematura está na vulnerabilidade dos animais, que ainda estão em fase de desenvolvimento. “No hemisfério norte, onde o problema é mais grave, já foram notificados casos de mamíferos marinhos com problemas neurológicos e malformação fetal”, alerta o pesquisador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O oceanólogo explica que a contaminação do tecido adiposo dos animais permite uma alta assimilação de compostos químicos tóxicos em um curto período. Isso acontece porque, quando estão no mar, os elefantes-marinhos estocam energia sob a forma de gordura, que é consumida durante os meses em que os animais permanecem em terra e ficam em jejum. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Bianchini, a exposição continuada a produtos químicos tóxicos pode provocar diminuição da capacidade reprodutiva e deficiência imunológica nos elefantes-marinhos, o que levaria à diminuição de sua população. Por enquanto, os animais da ilha Elefante não exibem sinais evidentes de intoxicação, mas já apresentam alterações hormonais. “Esse é um fator que pode gerar estresse nos animais, mas ainda não é suficiente para ocasionar desordens reprodutivas”, avalia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Emissões antigas e recentes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;br /&gt;Análises das massas de ar e correntes marinhas apontam que a contaminação dos elefantes-marinhos da Antártica deve-se a compostos químicos lançados em países do hemisfério Sul. Para os pesquisadores, a situação atual decorre do uso intenso desses produtos entre as décadas de 1960 e 1970. No entanto, eles não eliminam a hipótese de emissões mais recentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muitos dos componentes encontrados são derivados de pesticidas organoclorados, compostos de uso doméstico e agrícola que já foram banidos em diversos países, inclusive no Brasil, mas que ainda hoje são admitidos em campanhas de saúde pública em caso de emergência sanitária”, diz Bianchini. Também foram detectados compostos usados em tintas industriais e em transformadores elétricos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe pretende voltar à ilha Elefante para acompanhar o desenvolvimento dos animais analisados e avaliar o nível de contaminação atual. Para os pesquisadores, o estudo do ambiente antártico vai além do interesse científico. “Esperamos ajudar na tomada de consciência em relação ao uso adequado desses compostos químicos tóxicos”, diz Bianchini. E alerta: “Se eles estão aparecendo lá, significa que já se espalharam por todo o planeta.” &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="texto12" style=" line-height: 16px; "&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Barbara Marcolini &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Ciência Hoje On-line &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;14/04/2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-7575138134785234686?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/7575138134785234686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=7575138134785234686' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/7575138134785234686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/7575138134785234686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2009/04/cadeias-alimentares-contaminadas.html' title='CADEIAS ALIMENTARES CONTAMINADAS'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-159520904342739107</id><published>2008-12-09T16:01:00.007-02:00</published><updated>2008-12-09T17:07:03.708-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vestibular'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='questões abertas'/><title type='text'>Comandos de questão - Uma ajudinha para resolver questões com tranqüilidade!!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;GAIA - CONSULTORIA EM BIOLOGIA - NOVOS CURSOS NO SEGUNDO SEMESTRE**informações: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo.com"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;gaiabiologia@globo.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;**&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;PRINCIPAIS COMANDOS NOS ENUNCIADOS DE QUESTÕES&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;APONTAR (CITAR, DEMONSTRAR) = Indicar, fazer referência, situar.&lt;br /&gt;ASSOCIAR (RELACIONAR) = estabelecer correspondência (ligação) entre os elementos. Unir idéias que apresentem traços mais comuns.&lt;br /&gt;AVALIAR = estabelecer a idéia de valor, conjecturar sobre determinada qualidade, reconhecer a importância de um elemento, destacando-o.&lt;br /&gt;CARACTERIZAR = Distinguir aspectos, assinalar traços, pôr em evidência os elementos mais importantes.&lt;br /&gt;CITAR (INDICAR) = mencionar; fazer referência, transcrever.&lt;br /&gt;CONFIRMAR = declarar, (re) afirmar a verdade, provar com argumentos verdadeiros; comprovar com exatidão.&lt;br /&gt;COMENTAR (DISCUTIR) = expressar opiniões, posicionar-se com argumentação, desenvolver um assunto com desenvoltura.&lt;br /&gt;CONTRADIZER (CONTRASTAR) = apresentar argumentação contrária a (algo); refutar; estar em desacordo, negar, pôr em contraste.&lt;br /&gt;CONTRAPOR (CONFRONTAR) = expressar as diferenças, mostrar traços distintos, opostos.&lt;br /&gt;DETERMINAR = afirmar com certeza, Identificar os elementos com exatidão e segurança, precisar a partir de uma análise.&lt;br /&gt;ENDOSSAR (CONFIRMAR) = reforçar, reafirmar uma idéia, apoiar com argumentação convincente.&lt;br /&gt;ENUMERAR (INDICAR) = fazer rol de elementos (características), relacionar com método; especificar, listar.&lt;br /&gt;ESTABELECER PARALELO = organizar elementos (idéias) com base em diferenças ou semelhanças conforme a natureza do assunto abordado.&lt;br /&gt;EVIDENCIAR (EXPLICITAR, IDENTIFICAR) = tornar claro, manifesto, evidente, destacar, mostrar (com evidência); exibir.&lt;br /&gt;EXEMPLIFICAR = citar, mencionar com exemplos (interpretados com as palavras de quem escreve), pôr em exemplos baseados no texto ou na obra lida.&lt;br /&gt;EXPLICAR = expor com clareza as intenções, motivos, razões (porquês) objetivos e até causas acerca de um assunto; tornar claro ou inteligível, explanar tornar fácil de entender, esclarecer.&lt;br /&gt;FOCALIZAR = pôr em foco; enfocar, fazer convergir os argumentos para um ponto específico.&lt;br /&gt;IDENTIFICAR (EVIDEDNCIAR) = distinguir os traços característicos, permitir o reconhecimento, a identificação, tornar conhecida uma idéia por meio de argumentos.&lt;br /&gt;INTERPRETAR = traduzir, mostrar que compreendeu, tornar explícito o entendimento do assunto, determinar o significado preciso.&lt;br /&gt;JUSTIFICAR = demonstrar (provar) com argumentos e justificativas que um fato (idéia) ou elemento é correto, positivo e verdadeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;OBSERVAÇÃO – a partir do tipo de questão (temática) proposta é possível (aceitável) A) Justificar com exemplos ou B) explicar com justificativas.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-159520904342739107?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/159520904342739107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=159520904342739107' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/159520904342739107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/159520904342739107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2008/12/comandos-de-questo.html' title='Comandos de questão - Uma ajudinha para resolver questões com tranqüilidade!!'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-2531959808737198813</id><published>2008-09-28T18:20:00.000-03:00</published><updated>2008-09-28T18:27:40.280-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='virus; terapia celular; célula tronco; pluripotente'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mais perto das terapias celulares&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;Vírus que não se integram ao genoma podem viabilizar tratamentos com células-tronco induzidas&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Cientistas americanos conseguiram gerar células-tronco pluripotentes induzidas (na imagem) usando adenovírus, que não se integram ao genoma celular e não provocam tumores nos hospedeiros (foto: Mathias Stadtfeld e Konrad Hochedlinger).Mais um obstáculo à produção de células-tronco pluripotentes induzidas parece ter sido superado. Por sua semelhança com as células-tronco embrionárias, elas poderiam ser usadas no futuro em terapias celulares contra diversas doenças. Cientistas norte-americanos desenvolveram um método capaz de gerar as células induzidas usando vírus que não provocam danos genéticos permanentes nem tumores no hospedeiro, um problema apresentado em estudos anteriores. O método para obter essas células-tronco consiste em inserir quatro novos genes em células adultas – usando vírus como vetores – para induzir sua regressão para o estado de células-tronco embrionárias. Com esses genes, as células são reprogramadas de forma a se comportar como se fossem pluripotentes, ou seja, capazes de se diferenciar em diversos tipos celulares especializados. Dois &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/106476"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;estudos publicados em 2007 &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;haviam conseguido gerar células-tronco pluripotentes induzidas a partir de células adultas da pele humana. Em 2006, o método havia sido demonstrado com sucesso em camundongos. Mas os retrovírus usados como vetores nesses estudos podem prejudicar o organismo em que essas células reprogramadas são inseridas, pois freqüentemente alteram seu genoma e estão associados ao risco de formação de tumores. Agora uma outra equipe, liderada por Matthias Stadtfeld, do Centro de Câncer do Hospital Geral de Massachussetts e do Centro para Medicina Regenerativa (Estados Unidos), produziu células-tronco pluripotentes induzidas de células do fígado e fibroblastos de camundongos pelo uso de adenovírus. Os novos vetores permitiram um alto nível de expressão dos genes introduzidos e não se integraram ao genoma das células. Células reprogramadas e pluripotentes Os pesquisadores afirmam que as células-tronco geradas com esse novo método têm características de células reprogramadas e expressam genes de pluripotência. Para verificar seu potencial de diversificação, as células foram injetadas nos flancos de camundongos. Testes histológicos mostraram diferenciação em três tipos celulares: de músculos, de cartilagens e epiteliais. O emprego das células-tronco pluripotentes induzidas adenovirais em camundongos não gerou efeitos colaterais indesejados. A análise de animais com 4 a 13 semanas de vida, que receberam as células em um estágio inicial do desenvolvimento embrionário (fase de blastocisto), não mostrou formação de tumor. Apesar dos avanços do novo método, ainda será preciso driblar alguns obstáculos, como sua eficiência extremamente baixa para gerar as células-tronco. O estudo, publicado na Science desta semana, permitirá verificar se as células-tronco pluripotentes induzidas e as células-tronco embrionárias são equivalentes em níveis moleculares e funcionais. Antes essa comparação não era possível, porque os genes virais eram expressos em baixos níveis nas células e nas linhagens descendentes, o que pode afetar seu comportamento e potencial de diferenciação. Além disso, caso os resultados do estudo consigam ser reproduzidos em células humanas, a reprogramação por adenovírus pode resultar em um método aperfeiçoado para gerar e estudar células-tronco específicas de alguns pacientes e, no futuro, ser usada para tratar doenças degenerativas. “Mas será importante estimar se células-tronco pluripotentes induzidas humanas geradas sem integração viral são de fato tão potentes quanto células-tronco embrionárias humanas”, advertem os pesquisadores. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;Thaís Fernandes Ciência Hoje On-line 25/09/2008&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-2531959808737198813?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/2531959808737198813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=2531959808737198813' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/2531959808737198813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/2531959808737198813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2008/09/mais-perto-das-terapias-celulares-vrus.html' title=''/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-373258305718546840</id><published>2008-08-04T14:00:00.000-03:00</published><updated>2008-08-04T14:00:00.811-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tempo geológico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='seres vivos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cronologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='origem da vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='história natural'/><title type='text'>HÁ QUANTO TEMPO ESTAMOS AQUI? QUANTO VALE UM MINUTO QUE VOCÊ FICA SEM ESTUDAR?</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;**GAIA - CONSULTORIA EM BIOLOGIA - NOVOS CURSOS NO SEGUNDO SEMESTRE**informações: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo.com"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;gaiabiologia@globo.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;Uma questão de escala &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Se a história do universo tivesse durado três dias, humanos teriam surgido há apenas dois segundos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Atualmente é impossível se discutir qualquer tema biológico sem que pensemos em seus aspectos evolutivos. Contudo, muitos de nós, acostumados a viver e a pensar em uma escala temporal reduzida, temos dificuldades para compreender processos graduais que se estendem por milhões ou bilhões de anos. Uma das melhores formas para se facilitar o entendimento de acontecimentos como os que levaram ao surgimento da vida em nosso planeta é fazer uma analogia com uma escala temporal mais familiar a todos. Podemos, por exemplo, estipular que nossa história se estenderá por três dias, iniciando-se em uma segunda-feira, com a formação do universo, até alcançar os dias atuais, ao final da quarta-feira. Nessa comparação, cada segundo representa cerca de 53 mil anos, e cada bilhão de anos passará em pouco mais de cinco horas. Vejamos quando acontecem os principais eventos para o surgimento da vida conforme essa escala.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Segunda-feira, 00:00 (cerca de 13,7 bilhões de anos atrás)&lt;/strong&gt; Nosso relógio é acionado após o Big Bang – a grande explosão que deu origem ao universo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Terça-feira, entre 23:30 e 23:45 (4,567 bilhões de anos atrás)&lt;/strong&gt; Nasce o Sistema Solar após a explosão de uma supernova. Com isso, formaram-se o Sol e, na sua periferia, os planetas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Quarta-feira, 00:45h (4,533 bilhões de anos atrás)&lt;/strong&gt; A colisão entre a Terra e um planeta primitivo com tamanho e massa similares aos de Marte leva à formação da Lua e provoca modificações no eixo de nosso planeta, causando o início da sua rotação e do processo de tectônica de placas...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;Para saber mais e continuar a história leia o original em : &lt;/span&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/124907"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;http://cienciahoje.uol.com.br/124907&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;Do original de; Jerry Carvalho Borges Universidade do Estado de Minas Gerais 01/08/2008&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-373258305718546840?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/373258305718546840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=373258305718546840' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/373258305718546840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/373258305718546840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2008/08/h-quanto-tempo-estamos-aqui-quanto-vale.html' title='HÁ QUANTO TEMPO ESTAMOS AQUI? QUANTO VALE UM MINUTO QUE VOCÊ FICA SEM ESTUDAR?'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-3688218708631921386</id><published>2008-08-03T19:20:00.000-03:00</published><updated>2008-08-03T19:24:00.504-03:00</updated><title type='text'>Hora de voltar!!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;**GAIA - CONSULTORIA EM BIOLOGIA - NOVOS CURSOS NO SEGUNDO SEMESTRE**informações: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo.com"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;gaiabiologia@globo.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;APÓS PERÍODO DE FÉRIAS É HORA DE VOLTAR!! NOVOS POSTS DIÁRIOS A PARTIR DE 04/08&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-3688218708631921386?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/3688218708631921386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=3688218708631921386' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/3688218708631921386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/3688218708631921386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2008/08/hora-de-voltar.html' title='Hora de voltar!!'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-7342330430002124376</id><published>2008-07-14T21:09:00.000-03:00</published><updated>2008-07-14T21:28:07.402-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fome'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hormônios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estresse'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='grelina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='depressão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='neurociência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='neurotransmissores'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='anorexia'/><title type='text'>PASSAR FOME PODE SER ANTIDEPRESSIVO... FECHE A GELADEIRA E A BOCA!! SEJA FELIZ</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;**GAIA - CONSULTORIA EM BIOLOGIA - NOVOS CURSOS NO SEGUNDO SEMESTRE**&lt;br /&gt;informações: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo.com"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;gaiabiologia@globo.com&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Hormônio da fome' tem efeito antidepressivo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Testes em cobaias mostraram que hormônio pode ter papel sobre comportamento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Da BBC&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL267469-5603,00.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;Proteínas reduzem nível de hormônio da fome, diz estudo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Níveis altos de grelina, o chamado "hormônio da fome", podem ter efeito antidepressivo, segundo um estudo de cientistas americanos publicado na revista especializada Nature Neuroscience.&lt;br /&gt;A grelina é liberada na corrente sangüínea pelo estômago vazio e levada até o cérebro, onde provoca a sensação de fome.&lt;br /&gt;O estudo concluiu que camundongos com alto nível do hormônio apresentavam menos sinais de depressão e ansiedade.&lt;br /&gt;Cientistas acreditam que o tratamento com o hormônio ou com algum remédio que controle seus efeitos poderia ajudar tanto as pessoas que sofrem de falta de apetite - pacientes de câncer, por exemplo - como aqueles que comem muito. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Restrição de calorias&lt;br /&gt;Neste estudo, o pesquisador Jeffrey Zygman, do centro médico UT Southwestern, em Dallas, e sua equipe, restringiram a ingestão de alimentos dos camundongos por 10 dias, fazendo com que os níveis de grelina das cobaias quadruplicassem.&lt;br /&gt;Em comparação aos camundongos que tinham livre acesso aos alimentos, os camundongos com restrição de calorias demonstraram menores níveis de depressão e ansiedade quando submetidos a labirintos e outros testes de comportamento.&lt;br /&gt;A equipe também observou camundongos que tinham sido geneticamente modificados para não responder ao hormônio.&lt;br /&gt;Quando eles passaram por uma dieta de restrição calórica, não foi notado o efeito anti-depressivo ou anti-ansiolítico da grelina.&lt;br /&gt;Os cientistas observaram o mesmo resultado quando aumentaram os níveis da grelina nas cobaias através do estresse.&lt;br /&gt;Os camundongos que não conseguiam responder ao hormônio apresentaram níveis mais altos de depressão e ansiedade que camundongos normais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evolução&lt;br /&gt;"Nossa descoberta com os camundongos sugere que o estresse crônico faz com que os níveis de grelina subam, e que o comportamento associado a depressão e ansiedade diminui quando o nível da grelina sobe", disse Zygman.&lt;br /&gt;"Um triste efeito colateral, no entanto, é o aumento da ingestão de alimentos e de peso", disse ele.&lt;br /&gt;Segundo o pesquisador, o resultado faz sentido em termos evolutivos, já que seria mais vantajoso para animais caçadores permanecer calmos em tempos de fome, para conseguir encontrar comida.&lt;br /&gt;Os pesquisadores agora esperam estudar o efeito antidepressivo do hormônio em condições como a anorexia.&lt;br /&gt;O professor Stephen Bloom, especialista em regulação de apetite do Imperial College of London, disse que faz sentido acreditar que a grelina tenha impacto sobre outras áreas comportamentais além da fome, mas afirmou que são necessários novos estudos antes que se confirme que um hormônio liberado no estômago tem efeito sobre o humor.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-7342330430002124376?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/7342330430002124376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=7342330430002124376' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/7342330430002124376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/7342330430002124376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2008/07/passar-fome-pode-ser-antidepressivo.html' title='PASSAR FOME PODE SER ANTIDEPRESSIVO... FECHE A GELADEIRA E A BOCA!! SEJA FELIZ'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-5951853908839278157</id><published>2008-07-11T14:00:00.000-03:00</published><updated>2008-07-11T14:00:40.951-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hormônios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='oxitocina.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='neurociência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='neurotransmissores'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>CONFIANÇA... VOCÊ TEM OU NÃO?? OXITOCINA PODE EXPLICAR!!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;A neurobiologia da confiança&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Nossa propensão a acreditar em estranhos tem relação direta com a presença de uma pequena molécula no cérebro, a oxitocina. Levantamento internacional revela que os brasileiros são os que confiam menos&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;por Paul J. Zak&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;MARK ANDERSEN Getty Images (mulher); RYAN MCVAY Getty Images (homem)&lt;br /&gt;Confiar em estranhos pode ser difícil, como no exercício de terapia de grupo em que uma pessoa despenca para trás nos braços de outro. Felizmente, para o bom funcionamento da sociedade, uma neurossubstância chamada oxitocina estimula a confiança em outras pessoas.&lt;br /&gt;Se lhe pedissem para cair de costas nos braços de um estranho, você confiaria nessa outra pessoa para segurá-lo? Esse exercício típico da terapia de grupo é uma situação um tanto extrema. Mas, a cada dia, mais pessoas depositam um grau maior de confiança em desconhecidos. Diferentemente de outros mamíferos, nós, humanos, tendemos a passar boa parte do tempo com pessoas estranhas. Os que vivem em cidades grandes navegam por um mar de estranhos, ora optando por evitar certos indivíduos, ora sentindo-se seguros com outros – ou, ao menos, abstendo-se de atacá-los – que nos dão indicações de endereço, por exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nos últimos anos, pesquisadores começaram a entender como o cérebro dos humanos decide quando confiar em alguém. E eu e meus colegas demonstramos que a oxitocina, uma simples molécula ancestral produzida no cérebro, desempenha um papel fundamental nesse processo. As descobertas abrem novos caminhos para descobrir as causas e os tratamentos de doenças marcadas por disfunções na interação social&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;CONTINUE LENDO EM:&lt;a href="http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/a_neurobiologia_da_confianca.html"&gt;http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/a_neurobiologia_da_confianca.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;**GAIA - CONSULTORIA EM BIOLOGIA - NOVOS CURSOS NO SEGUNDO SEMESTRE**&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;informações: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo.com"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;gaiabiologia@globo.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-5951853908839278157?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/5951853908839278157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=5951853908839278157' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/5951853908839278157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/5951853908839278157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2008/07/confiana-voc-tem-ou-no-oxitocina-pode.html' title='CONFIANÇA... VOCÊ TEM OU NÃO?? OXITOCINA PODE EXPLICAR!!'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-6605639820802573229</id><published>2008-07-10T14:00:00.000-03:00</published><updated>2008-07-10T14:00:00.645-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mamífero'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zoologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vertebrados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='megafauna'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='interação planta-animal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coevolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='botânica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='genes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='origem da vida'/><title type='text'>COOPERAÇÕES SÃO FUNDAMENTAIS... AS PLANTAS USARAM OS ANIMAIS!!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Anacronismo ecológico&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Meios alternativos ajudam plantas a resistir à extinção dos dispersores de suas sementes&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Plantas das regiões tropicais do continente americano que dependiam de megafauna (grandes mamíferos, com mais de uma tonelada) para dispersar suas sementes conseguiram sobreviver à extinção desses animais graças a meios alternativos de dispersão. Essa foi a conclusão de um trabalho realizado por pesquisadores do Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Estação Biológica de Doñana, em Sevilha (Espanha).&lt;br /&gt;Os cientistas identificaram 103 plantas brasileiras cujos frutos possuíam as mesmas características dos de vegetais africanos que ainda são dispersos pela megafauna, como rinocerontes e elefantes. Essas espécies teriam sobrevivido graças a roedores estocadores, gado, enchentes e humanos, que ocupariam o lugar dos grandes animais. Os resultados do trabalho foram publicados na revista científica digital PLoS One. A idéia desse anacronismo ecológico já havia sido proposta em um artigo de 1982, publicado na revista científica norte-americana Science. “O problema é que o trabalho não definiu com precisão o que seria um fruto de megafauna. Havia muitas categorias, o que tornava difícil o estudo”, conta o biólogo Paulo Roberto Guimarães Jr., do Departamento de Física da Matéria Condensada do IFGW. Por isso, os autores, além de estudar o problema da dispersão, criaram uma definição operacional de fruto de megafauna para facilitar futuros trabalhos. Partindo das análises de frutos de elefantes descritas no artigo de 1982 e do estudo do consumo de frutos por esses animais, Guimarães Jr. e seus colegas definiram dois tipos de frutos: aqueles com 4 cm a 10 cm de diâmetro e contendo até cinco sementes grandes; e os que contêm várias sementes menores e possuem um diâmetro maior que 10 cm. “De posse dessas definições, selecionamos os livros que listam as espécies brasileiras e encontramos 103 com essas características”, acrescenta o biólogo. Depois, os pesquisadores compararam essas plantas com outras existentes que não são dispersas principalmente pela megafauna e identificaram mais algumas características. “Os frutos anacrônicos se concentram em algumas famílias, como a Sapotaceae, Fabaceae e a Malvaceae, e têm um padrão de cores distinto dos demais”, informa Guimarães Jr. Manutenção ou diminuição? Segundo o biólogo, as plantas com frutos voltados para megafauna conseguem contornar o dilema biológico da produção de sementes. “Há duas estratégias possíveis, dada a massa que um animal pequeno ou de médio porte pode carregar: muitas sementes pequenas, ou poucas grandes”, esclarece. A primeira estratégia aumenta a chance de dispersão espacial, mas compromete a capacidade da semente de se desenvolver, sendo ideal para ambientes ricos em recursos, como um campo aberto. Já na segunda alternativa, o investimento é para garantir o desenvolvimento, o que é bom para locais mais pobres, como áreas que não recebem muita luz. “Animais de grande porte podem carregar e dispersar quantidades muito maiores e mesmo quando uma dessas plantas usa a primeira estratégia, ela produz sementes que têm um tamanho maior que as de outros vegetais, ganhando assim uma vantagem competitiva”, observa Guimarães Jr. Para os pesquisadores, quando a megafauna americana se extinguiu, as plantas foram mantidas por animais que se alimentavam ocasionalmente de seus frutos ou coletavam e estocavam suas sementes, como no caso da cutia e do jatobá. Outros fatores, como enchentes ou uma reprodução vegetativa agressiva, na qual uma parte do vegetal, como um galho, é capaz de dar origem a um novo organismo, também garantiram a preservação da espécie. “Algumas simulações que conduzimos em computador demonstram que eventos raros – por exemplo, um carcará levar as sementes para outro lugar – permitiriam à população se manter ou reduzir o ritmo de seu desaparecimento”, revela o biólogo. Como o tempo que se passou desde o desaparecimento da megafauna é pequeno em termos ecológicos – alguns milhares de anos –, os autores não podem afirmar se as populações dessas plantas são estáveis ou se estão diminuindo. No entanto, eles detectaram os efeitos que a extinção de dispersores pode causar: concentração de indivíduos em poucas áreas geográficas e maior diferença genética entre estes e indivíduos da mesma espécie de outros locais. “Ainda estamos estudando essa questão e devemos aprofundar nossas pesquisas na mata atlântica e no Pantanal, regiões onde esse tipo de planta varia na sua importância relativa, constituindo 13% e 30%, respectivamente, das espécies de árvores e arbustos desses ambientes”, conclui Guimarães Jr. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;do origina de Fred Furtado Ciência Hoje/RJ em:&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/121574"&gt;http://cienciahoje.uol.com.br/121574&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;&lt;strong&gt;**GAIA - CONSULTORIA EM BIOLOGIA - NOVOS CURSOS NO SEGUNDO&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;SEMESTRE**&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;informações: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo.com"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;gaiabiologia@globo.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-6605639820802573229?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/6605639820802573229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=6605639820802573229' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/6605639820802573229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/6605639820802573229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2008/07/cooperaes-so-fundamentais-as-plantas.html' title='COOPERAÇÕES SÃO FUNDAMENTAIS... AS PLANTAS USARAM OS ANIMAIS!!'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-3234994096178753156</id><published>2008-07-09T14:00:00.001-03:00</published><updated>2008-07-09T14:00:01.092-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='archeas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bactérias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='origem da vida'/><title type='text'>SE A VIDA VISÍVEL FOSSE EXTINTA... AS ARCHEAS RECOMEÇARIAM!!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Uma segunda chance&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Se o aquecimento global causasse a extinção de espécies, as arqueas permaneceriam no planeta&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A imprensa noticiou recentemente o diálogo entre duas pessoas preocupadas com o aquecimento global e com o destino da Terra. Uma expressou seu pessimismo dizendo que, se nenhuma providência enérgica fosse tomada imediatamente, o planeta acabaria. Tal previsão foi imediatamente contestada pela outra pessoa, para a qual o planeta continuaria a existir muito bem, mas certamente uma boa proporção dos seres vivos, entre eles a espécie humana, deixaria de existir.As arqueas são seres unicelulares que conseguem viver em condições extremas, não toleradas por qualquer outro organismo. A arquea Deinococcus radiodurans (na imagem) é capaz de resistir a enormes níveis de radioatividade (foto: Wikipédia). Independentemente de mudanças climáticas, o processo da evolução implica a extinção de espécies, o que ocorre a uma taxa relativamente constante. Acredita-se, por exemplo, que mais de 90% das espécies que viveram na Terra já estejam extintas. No entanto, não há dúvida de que uma alteração radical no ambiente, como a que se anuncia para as próximas décadas, produziria mudanças catastróficas e súbitas na biosfera. Haveria extinções em massa, semelhantes às ocorridas durante períodos de glaciação e de aquecimento do planeta, ou às que resultaram de colisões com asteróides gigantes, como parece ter ocorrido na península do Yucatán, no México. Esse evento é a base de uma das hipóteses para explicar a extinção dos dinossauros. Outra hipótese envolve vulcanismo intenso, concomitante com o choque do asteróide. Se de fato estivermos diante de uma catástrofe iminente, seria possível prever que espécies permanecerão na Terra? Definitivamente, sim. Embora tais palpites sempre sejam arriscados, em virtude da extensa rede de interações que se estabeleceu entre os seres vivos, pode-se arriscar uma ‘barbada’. Com quase toda certeza as arqueas, seres unicelulares em parte semelhantes às bactérias e em parte únicas, herdarão o planeta. Ou melhor, continuarão a existir aqui, como fazem há mais de 3,5 bilhões de anos, sem se importar com questões climáticas ou com as recentes ações deletérias dos humanos. Quem são esses seres especiais? São microrganismos que vivem em praticamente todos os ambientes terrestres e marinhos, na ausência de luz ou de oxigênio e por vezes sob altíssimas pressões e temperaturas. Entre as cerca de 90 espécies já catalogadas, descobriu-se que muitas arqueas conseguem viver em condições extremas, não toleradas por qualquer outro organismo. Ambientes de grande salinidade ou acidez, por exemplo, seriam considerados estéreis se não fosse a presença de arqueas halofílicas (que preferem sal ou ácido). Águas com temperatura próxima à do ponto de ebulição ou abaixo do ponto de congelamento são os ambientes prediletos de arqueas hipertermofílicas e psicrofílicas, respectivamente. Seus metabolismos estão perfeitamente ajustados a tais condições, o que reflete a grande plasticidade das proteínas que as compõem. As arqueas não param por aí. Com seus ‘superpoderes’, resistem ainda a enormes níveis de radioatividade, muito além dos que seriam letais para plantas e animais. A arquea Deinococcus radiodurans, por exemplo, é capaz, como o nome sugere, de regenerar seu DNA rapidamente após receber uma dose radioativa que reduz o genoma a pequenos fragmentos, e continua a viver e a se reproduzir como se nada tivesse acontecido. São conhecidos hoje tantos feitos das arqueas que é razoável admitir que elas poderiam colonizar ou ter colonizado qualquer planeta com condições similares às da Terra primitiva. O cenário marciano, por exemplo, parecido com o do deserto chileno de Atacama (o ambiente mais seco da Terra), poderia abrigar tais microrganismos em camadas do solo próximas à superfície, como ocorre em Atacama. Em breve saberemos. O conhecimento sobre as arqueas, porém, não deixa de ser reconfortante para o Homo sapiens. Podemos especular, sem muito medo de errar, que as arqueas foram as células que deram origem, na Terra, a todas as outras formas de vida. Diante de tamanha resistência, é certo também que, após a nossa extinção, as arqueas permanecerão neste planeta até que o Sol termine seu ciclo estelar, daqui a cerca de 5 bilhões de anos. Há, portanto, tempo suficiente para um novo ciclo de evolução, que teria, digamos, de 2 a 3 bilhões de anos. Se os caminhos evolutivos forem parecidos com os que conhecemos agora, talvez surja uma segunda versão humana. Quem sabe esta será mais ecológica?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;original em:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/113901"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;http://cienciahoje.uol.com.br/113901&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Franklin Rumjanek Instituto de Bioquímica Médica Universidade Federal do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;**GAIA - CONSULTORIA EM BIOLOGIA - NOVOS CURSOS NO SEGUNDO SEMESTRE**&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;informações: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo.com"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;gaiabiologia@globo.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-3234994096178753156?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/3234994096178753156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=3234994096178753156' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/3234994096178753156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/3234994096178753156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2008/07/se-vida-visvel-fosse-extinta-as-archeas_09.html' title='SE A VIDA VISÍVEL FOSSE EXTINTA... AS ARCHEAS RECOMEÇARIAM!!'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-8107548299225339071</id><published>2008-07-08T14:00:00.000-03:00</published><updated>2008-07-08T14:00:00.619-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='síntese protéica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='endossimbiose'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biologia molecular'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='carioteca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diferenciação celular'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DNA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biologia celular'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='genética'/><title type='text'>NÚCLEO E O COMANDO CELULAR - ALÉM DO QUE SABEMOS</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#990000;"&gt;NOVAS ESTRUTURAS SOBRE O NÚCLEO CELULAR - POR Jerry Borges&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nossos professores comumente afirmam que a composição do núcleo da célula é simples e que ele possui apenas uma matriz aquosa, denominada nucleoplasma, na qual estão imersos os cromossomos e alguns nucléolos, responsáveis pelo armazenamento de moléculas de RNA ribossômico. Contudo, essa definição simplista está longe de descrever toda a dinâmica e complexidade da região nuclear, responsável pelo comando das células. Por que há, então, essa enorme diferença entre o que a ciência sabe sobre o núcleo celular e o que é ensinado em nossas escolas? O núcleo foi a primeira organela a ser descrita. Observações dessa região celular foram feitas em 1682 pelo “pai da microbiologia”, o holandês Antonie van Leeuwenhoek (1632-1723), e posteriormente, em 1802, pelo botânico austríaco Franz Andreas Bauer (1758-1840). Contudo, a descoberta do núcleo celular é freqüentemente atribuída a outro botânico: o escocês Robert Brown (1773-1858), que descreveu essa região celular 29 anos depois (1839), a partir do exame de células de orquídeas. Contudo, nenhum dos três arriscou-se a indicar uma função para essa estrutura recém-descrita. O primeiro a sugerir um papel para o núcleo celular foi o alemão Matthias Schleiden (1804-1881), botânico considerado um dos fundadores da teoria celular, que apresenta as células como a unidade funcional básica dos seres vivos. Um ano antes da descrição de Brown, Schleiden propôs que o núcleo seria o local responsável pela geração de novas células. As afirmações de Schleiden foram duramente criticadas e somente em 1876 as pesquisas do zoólogo alemão Oscar Hertwig (1849-1922) com embriologia de ouriços marinhos, anfíbios e moluscos indicaram que o núcleo celular tinha participação no processo de formação de novas células e, posteriormente, de novos seres vivos. A participação dessa organela nos processos hereditários tornou-se clara apenas algumas décadas depois, no início do século 20. Origem do núcleo&lt;br /&gt;O núcleo celular representado em desenho do botânico alemão Walther Flemming (1843-1905) publicado em 1882, poucos anos depois que se confirmou que essa estrutura estava envolvida na reprodução celular. Ao longo do último século, diversas teorias têm sido propostas para descrever a origem evolutiva do núcleo celular. Essas especulações incluem a possibilidade de que essa organela tenha se estabelecido nas células como resultado de uma relação endossimbiótica análoga à que estaria por trás da origem dos cloroplastos e mitocôndrias, segundo a teoria proposta por Lynn Margulis (1938), professora da Universidade de Massachusetts Amherst (EUA). Essa teoria, conhecida como “modelo sintrófico”, afirma que um antigo representante de um grupo de microrganismos conhecidos como Archaea metanogênicas invadiu ou foi fagocitado por bactérias primitivas aparentadas com as atuais mixobactérias. Por algum motivo desconhecido, esse organismo não foi digerido pelas bactérias e, após algum tempo, a convivência passou a apresentar benefícios para ambas as células que, assim, passaram a viver juntas. A similaridade entre algumas proteínas nucleares presentes nas células eucarióticas e nas Archaea, como as histonas, e a semelhança entre algumas proteínas citoplasmáticas dos eucariótas e das mixobactérias (como as quinases e proteínas G, por exemplo) são citadas pelos defensores dessa teoria como provas dessa relação endossimbiótica. Uma segunda teoria propõe que as células eucarióticas evoluíram a partir de formas primitivas aparentadas com as atuais bactérias planctomicetes, um grupo que possui um citoplasma subdividido por membranas e inclusive uma estrutura nuclear. Outra hipótese, mais controversa, afirma que a região nuclear surgiu após a invasão de células primitivas por vírus (provavelmente poxvírus). Esse modelo se baseia na similaridade entre células eucarióticas e vírus em relação as suas moléculas de DNA, as enzimas conhecidas como DNA polimerases e algumas proteínas. Outro modelo alternativo, mais recente, denominado hipótese da exomembrana, sugere que o núcleo surgiu após a produção de uma nova membrana externa em torno do envoltório celular original. Essa nova cobertura seria a atual membrana plasmática e a membrana celular original se tornou a atual membrana nuclear ou carioteca. O núcleo tradicional O núcleo celular é a maior organela das células eucarióticas, ocupando nos mamíferos, em média, cerca de 10% do volume celular. Apesar de seu tamanho avantajado, ele ainda é envolto em mistério.&lt;br /&gt;Células humanas cultivadas em laboratório com o núcleo destacado por um corante azul (foto: Wikimedia Commons). Os livros didáticos afirmam que o núcleo celular é delimitado pela carioteca, um envoltório formado por uma membrana interna e outra externa contínua com o retículo endoplasmático rugoso. A carioteca também possui uma série de poros nucleares aquosos associados com a permeabilidade seletiva entre o núcleo e citoplasma, que impede, por exemplo, que o material genético “escape” para fora do núcleo. Internamente, o núcleo é composto por uma matriz aquosa, denominada nucleoplasma. Ali estão imersas uma rede de proteínas filamentosas do citoesqueleto celular responsáveis por dar sustentação a carioteca e por manter cromossomos e outros componentes nucleares em regiões específicas. O material genético celular está reunido em um grupo de longas moléculas de DNA denominadas cromossomos que, na maior parte do ciclo celular, estão associadas com proteínas (principalmente histonas), formando um arranjo denominado cromatina. Os nucléolos são outro componente evidente do núcleo e estão relacionados com a síntese e edição de moléculas de RNA ribossômico (RNAr). Componentes menos conhecidos Além das estruturas acima citadas, existe uma série de outros componentes nucleares que você provavelmente não conhece e que não estão na maioria dos livros didáticos. Entre eles, estão as estruturas conhecidas como corpos de Cajal, que são possivelmente locais associados com a maquinaria de transcrição celular através do processamento de diversos tipos de RNA. O núcleo contém ainda os chamados domínios PIKA (sigla em inglês para associações cariossomais polimórficas da interfase). Essas estruturas foram descobertas apenas em 1991 e, apesar de suas funções ainda não serem claras, acredita-se que elas estejam associadas com a produção de fatores relacionados com a transcrição de alguns tipos de RNAs. Outros componentes pouco conhecidos são os corpos PML (“leucemia promielóctica”, na sigla em inglês), dispersos pelo nucleoplasma e relacionados provavelmente com a regulação da transcrição de outras regiões nucleares. Surpreso? Pois a lista ainda não acabou! Os domínios SC35 ou speckles (assim chamados devido ao seu aspecto disperso e amorfo observado nas células de mamiferos) são regiões móveis envolvidas no prcessamento de RNA, na regulação transcricional e na apoptose. Por fim, temos os paraspeckles, descobertos em 2002. Presentes no espaço intercromatínico, essas estruturas dinâmicas se alteram em resposta a mudanças na atividade metabólica celular. Apesar de ainda conhecermos pouco sobre a biologia desses compartimentos nucleares, descobertas recentes indicam que o núcleo celular é muito mais complexo do que se pode pensar após um exame superficial. Embora essa organela não apresente uma distinção morfológica entre as suas regiões, sua especialização territorial fisiológica e sua plasticidade funcional tornam o ambiente nuclear muito dinâmico e capacitam-no para desempenhar um sem-número de tarefas metabólicas necessárias para a preservação da biologia celular. Resta agora esperar para ver isso em nossos livros e em nossas aulas. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;artigo original:&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/122998"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;http://cienciahoje.uol.com.br/122998&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Jerry Carvalho Borges Universidade do Estado de Minas Gerais 04/07/2008&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;**GAIA - CONSULTORIA EM BIOLOGIA - NOVOS CURSOS NO SEGUNDO SEMESTRE**&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;informações: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo."&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo."&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;gaiabiologia@globo.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-8107548299225339071?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/8107548299225339071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=8107548299225339071' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/8107548299225339071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/8107548299225339071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2008/07/ncleo-e-o-comando-celular-alm-do-que.html' title='NÚCLEO E O COMANDO CELULAR - ALÉM DO QUE SABEMOS'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-68244698889597866</id><published>2008-07-07T14:00:00.000-03:00</published><updated>2008-07-07T14:00:39.092-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biologia molecular'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DNA'/><title type='text'>JOGO DA EVOLUÇÃO - NOVAS DESCOBERTAS</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;O Jogo da Evolução&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Dispositivos do DNA que decidem quando e onde os genes são ativados permitem aos genomas gerar a grande diversidade de formas animais a partir de um conjunto muito semelhante de genes&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;por Sean B. Carroll, Benjamin Prud’homme e Nicolas Gompel&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;À primeira vista esta lista de animais poderia ser a de um zoológico qualquer. Há um elefante, um tatu, um gambá, um golfinho, uma preguiça, um porco-espinho, morcegos grandes e pequenos, musaranhos, alguns peixes, um macaco Rhesus, um orangotango, um chimpanzé e um gorila – para citar algumas das criaturas mais conhecidas. Mas esse zoológico não é nada como os outros já existentes. É um zoológico “virtual” que contém apenas as seqüências de DNA desses animais – as centenas de milhões a bilhões de letras do código do DNA que compõem a receita genética de cada espécie.Os visitantes mais animados desse novo zoológico molecular são os biólogos evolucionistas, já que podem contar com um registro extenso e detalhado da evolução. Há muitas décadas, cientistas tentam entender como a grande diversidade de espécies surgiu. Já sabemos há meio século que as mudanças em características físicas, da cor do corpo ao tamanho do cérebro, vêm de mudanças no DNA. No entanto, até recentemente, determinar precisamente quais mudanças nas vastas seqüências de DNA foram responsáveis por conferir a cada animal sua aparência única estava fora de alcance.Agora, os biólogos estão decifrando os registros de DNA para localizar as instruções que fazem as diversas espécies ser tão diferentes umas das outras e nos tornam diferentes dos chimpanzés. Essa empreitada levou a uma grande mudança em nossa perspectiva. Durante grande parte dos últimos 40 anos, os pesquisadores dedicaram a maior parte de sua atenção aos genes – seqüências de nucleotídeos no DNA que codificam as cadeias de aminoácidos, que formam as proteínas. Mas, para nossa surpresa, as diferenças nas aparências acabaram por ser enganosas: animais muito diferentes possuem conjuntos de genes muito semelhantes. As trilhas da evolução estão agora nos levando a dispositivos dentro do DNA que ativam e desativam a expressão gênica, que não codificam nenhuma proteína, mas controlam quando e como os genes são usados. Alterações nesses dispositivos são cruciais para a evolução da anatomia e fornecem novas visões de como a aparentemente interminável variedade de formas do reino animal evoluiu.&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;para ler o artigo completo: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/o_jogo_da_evolucao.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/o_jogo_da_evolucao.html&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;**GAIA - CONSULTORIA EM BIOLOGIA - NOVOS CURSOS NO SEGUNDO SEMESTRE**&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;informações: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo.com"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;gaiabiologia@globo.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-68244698889597866?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/68244698889597866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=68244698889597866' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/68244698889597866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/68244698889597866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2008/07/jogo-da-evoluo-novas-descobertas.html' title='JOGO DA EVOLUÇÃO - NOVAS DESCOBERTAS'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-434243106455900858</id><published>2008-07-06T14:00:00.001-03:00</published><updated>2008-07-06T14:00:00.997-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zoologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vertebrados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aves'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='genes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='genética'/><title type='text'>EVOLUÇÃO DAS AVES</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Uma nova história evolutiva das aves&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Análise de várias seqüências de DNA de 169 espécies redesenha árvore filogenética do grupo&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Um grande estudo genético sobre as aves acaba de reescrever a história evolutiva desse grupo e revela parentescos surpreendentes. A análise de diversas seqüências de DNA de 169 espécies de aves vivas, conduzida por pesquisadores norte-americanos, confirma a idéia de que esses animais tiveram uma trajetória evolutiva complexa, mas contesta classificações existentes e altera o atual entendimento da evolução. Elaborar a árvore evolutiva das aves tem sido uma tarefa difícil e controversa para os especialistas. As espécies modernas surgiram relativamente rápido, entre 65 e 100 milhões de anos atrás. Como resultado dessa divergência veloz e precoce, muitos grupos de aves aparentemente similares (como corujas, papagaios e pombos) têm poucas formas intermediárias – às vezes, nenhuma – que os associem a outros grupos de aves. O novo estudo, publicado na Science desta semana, usa uma abordagem inédita para traçar a história evolutiva das aves. Durante mais de cinco anos, os pesquisadores analisaram mais de 32 mil bases de cromossomos, genes e porções não-codificadoras espalhados por 19 pontos diferentes do genoma de 169 espécies de aves dos principais grupos existentes. Segundo os autores, foram examinados cerca de cinco vezes mais dados genéticos do que em qualquer estudo anterior. “Esse é o primeiro estudo filogenômico de aves, pois se baseia em uma grande quantidade de dados genéticos e um grande número de genes, o que reflete amplamente o genoma das espécies”, diz à CH On-line uma das autoras da pesquisa, Rebecca Kimball, da Universidade da Flórida (Estados Unidos). A análise genética confirmou estudos morfológicos e moleculares anteriores, que apontavam uma primeira ramificação na árvore evolutiva das aves, ocupada por um grupo que inclui avestruzes e emas e algumas espécies com aparência galinácea. Em seguida, galinhas, patos e seus parentes se separaram do tronco principal. As aves restantes integram o grupo das Neoaves, representado por 95% das espécies existentes. Para esse grupo, o novo estudo encontrou divisões profundas, diferentemente de outras pesquisas. Árvore redesenhada A estrutura da nova árvore sugere que as espécies podem ser agrupadas, de forma mais ampla, em grupos de aves aquáticas, litorâneas e terrestres. Mas as adaptações a esses diferentes ambientes teriam surgido em vários momentos ao longo da história evolutiva. Um exemplo disso é que os flamingos e outras aves aquáticas não evoluíram de espécies da família Anatidae (como os patos), adaptadas evolutivamente para nadar, flutuar e mergulhar. O estudo também levanta questões sobre a evolução do vôo, pois algumas aves que não voam são agrupadas com outras que têm essa habilidade. Para os cientistas, isso sugere que a capacidade de voar foi perdida separadamente em muitas espécies ou que surgiu mais de uma vez independentemente – e não uma vez em um ancestral do grupo. Os dados genéticos revelaram ainda que modos de vida distintos, como o noturno (das corujas, por exemplo), o de rapina (de falcões, gaviões, águias etc.) e o oceânico (de fragatas, entre outros), também surgiram em diversos momentos da história evolutiva das aves. Os beija-flores, por exemplo, com seus hábitos diurnos e cores vivas, evoluíram de aves amarronzadas e noturnas conhecidas como bacurau no Brasil. Já os falcões, ao contrário do que se supõe, não são parentes próximos de gaviões e águias. Os resultados mostram que, em muitos casos, um velho ditado popular também pode ser aplicado à aves: as aparências enganam. “Pássaros que se parecem ou agem de forma similar não estão necessariamente relacionados”, diz em comunicado à imprensa a co-autora da pesquisa Sushma Reddy, do Museu de Campo de História Natural, em Chicago (Estados Unidos). O contrário também acontece. Várias aves que parecem muito diferentes, como pica-paus, falcões e corujas, são parentes próximos dos passerídeos, grupo que representa mais da metade de todas as espécies vivas e reúne aves geralmente pequenas e que cantam. “A descoberta mais surpreendente é que os passerídeos são mais intimamente relacionados aos papagaios”, conta Kimball. Esses novos parentescos devem mudar o entendimento científico sobre esse grupo. “Nossas conclusões desafiam as classificações e alteram nosso entendimento da evolução de características”, destacam os autores no artigo. Segundo Kimball, cerca de 1/3 das classificações existentes diferem das da análise filogenômica. Mas os pesquisadores ressaltam que ainda há muitas questões a serem respondidas na história evolutiva das aves. Eles pretendem agora coletar mais dados para tentar preencher essas lacunas e confirmar suas conclusões, além de ampliar o número de espécies estudadas.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Thaís Fernandes Ciência Hoje On-line 26/06/2008&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;acesso ao original:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/122597"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://cienciahoje.uol.com.br/122597&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;**GAIA - CONSULTORIA EM BIOLOGIA - NOVOS CURSOS NO SEGUNDO SEMESTRE**&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;informações: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo."&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo."&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;gaiabiologia@globo.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-434243106455900858?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/434243106455900858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=434243106455900858' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/434243106455900858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/434243106455900858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2008/07/evoluo-das-aves.html' title='EVOLUÇÃO DAS AVES'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-5533947113746261598</id><published>2008-07-05T14:00:00.000-03:00</published><updated>2008-07-05T14:00:00.453-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zoologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vertebrados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aves'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='répteis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ornitorrinco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='genética'/><title type='text'>EVOLUÇÃO RÉPTEIS, AVES E MAMÍFEROS</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_65To0NCE13Y/SG1axRXW4JI/AAAAAAAAAAg/P4pNhIYMVm4/s1600-h/anatinus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218927345713733778" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_65To0NCE13Y/SG1axRXW4JI/AAAAAAAAAAg/P4pNhIYMVm4/s320/anatinus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;O genoma de um enigma da zoologia&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Seqüência genética do ornitorrinco também revela características relacionadas a répteis e aves&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(foto: Wikimedia Commons).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Encontrados em rios no leste e sul da Austrália, o s ornitorrincos (&lt;em&gt;Ornithorhynchus anatinus&lt;/em&gt;) são conhecidos por suas características bastante peculiares. São mamíferos, pois têm o corpo coberto por pêlos e amamentam seus filhotes. Contudo, colocam ovos semelhantes aos dos répteis e possuem nadadeiras e um bico, como o de um pato.&lt;br /&gt;O ornitorrinco é o único mamífero que tem características físicas de répteis e de aves, fato que sempre foi um grande mistério para a comunidade científica. Agora os especialistas estão mais próximos de desvendar os mecanismos evolutivos desse animal, graças ao seqüenciamento de seu genoma, feito por uma equipe internacional de pesquisadores. O mapeamento genético, publicado na revista Nature desta semana, revelou que a semelhança dos ornitorrincos com os répteis e com as aves não é apenas aparente. Ela também está inscrita em sua seqüência genética e determina diversos padrões comportamentais. Ainda que o genoma desses animais tenha o mesmo número de genes codificadores de proteínas dos demais mamíferos – aproximadamente 18.500 –, certos aspectos do seu DNA são diretamente relacionados a répteis e aves. Isso fica claro em processos como reprodução dos ornitorrincos, que envolve a atuação conjunta de genes de répteis e de mamíferos, conforme descobriram os cientistas. A fêmea da espécie coloca ovos, mas possui igualmente genes que coordenam a produção de leite para a amamentação de seus filhotes. Os ornitorrincos também têm genes associados a proteínas que compõem o veneno encontrado em esporas situadas nas patas dos machos. Os pesquisadores acreditam se tratar de herança de alguma linhagem de répteis que se perpetuou nesses mamíferos. Em comum com as aves, em especial os patos, o ornitorrinco possui um bico e membranas natatórias em suas patas. Além disso, ele apresenta metade dos sensores de odores típicos de um mamífero. As aves também têm um número bastante reduzido de sensores desse tipo e, conseqüentemente, pouca habilidade para detectar odores. Os ornitorrincos descendem de uma linhagem de mamíferos que, há mais de 166 milhões de anos, se desvinculou das demais e permaneceu com algumas das características dos répteis ancestrais dos primeiros mamíferos. Por isso, o seqüenciamento do genoma do animal também será fundamental para melhor compreender como ocorreu a evolução dessa classe ao longo do tempo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Andressa Spata Ciência Hoje On-line 07/05/2008&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;**GAIA - CONSULTORIA EM BIOLOGIA - NOVOS CURSOS NO SEGUNDO SEMESTRE**&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;informações: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo."&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo."&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;gaiabiologia@globo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-5533947113746261598?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/5533947113746261598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=5533947113746261598' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/5533947113746261598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/5533947113746261598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2008/07/evoluo-rpteis-aves-e-mamferos.html' title='EVOLUÇÃO RÉPTEIS, AVES E MAMÍFEROS'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_65To0NCE13Y/SG1axRXW4JI/AAAAAAAAAAg/P4pNhIYMVm4/s72-c/anatinus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-8060338063105917762</id><published>2008-07-04T14:00:00.000-03:00</published><updated>2008-07-04T14:00:15.914-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='câncer'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biologia molecular'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diferenciação celular'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DNA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='genes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='genética'/><title type='text'>GENES E CÂNCER</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#990000;"&gt;Novos fatores genéticos para o câncer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Variações de genes freqüentes na população podem influenciar ocorrência de certos tipos da doença&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento do câncer de mama e da leucemia mielóide aguda pode estar associado a variações de determinados genes que ocorrem com certa freqüência em indivíduos de uma população e são responsáveis por sua variabilidade genética. Dois estudos realizados na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostraram que formas variantes desses genes, conhecidos como polimórficos, são mais freqüentes em pacientes com essas doenças do que em pessoas saudáveis. Segundo a médica Carmen Silvia Passos Lima, que orientou as duas pesquisas, realizadas na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, os genes polimórficos apresentam formas que variam de indivíduo para indivíduo e são herdados dos pais. A forma mais comum do gene é chamada de selvagem, enquanto a mais rara é dita variante. Esses genes determinam características físicas, como a cor dos olhos e dos cabelos. Por outro lado, há genes polimórficos que atuam no metabolismo de substâncias tóxicas, na formação de vasos sangüíneos para a irrigação de células, entre outras funções. As duas formas desses genes – selvagem e variante – agem distintamente nas funções metabólicas das células, podendo ser mais ou menos ativas dependendo do gene. Por isso, a capacidade de atuar no metabolismo de agentes químicos também varia de acordo com o indivíduo, o que faz com que portadores tanto da forma selvagem como das variantes dos genes possam estar expostos a riscos diferentes de câncer.&lt;br /&gt;As imagens de mamografia acima mostram um seio normal, à esquerda, e um atingido pelo câncer, à direita (foto: NIH).&lt;br /&gt;No caso do câncer de mama, o biólogo Gustavo Jacob Lourenço estudou em seu mestrado o papel do gene polimórfico COL18A1, responsável pela formação de vasos sangüíneos, na ocorrência da doença. Enquanto a forma selvagem desse gene (104D) produz uma proteína que inibe a produção de vasos sangüíneos, sua forma variante (104N) não é tão eficiente nessa função. “É importante ressaltar que, quanto mais vasos sangüíneos forem produzidos, mais o tumor será alimentado e, como conseqüência, tenderá a crescer com mais facilidade”, explica Lima. “Por outro lado, quanto menos vasos houver, menor será o risco de esse câncer se desenvolver.” Para a pesquisa, o biólogo avaliou 181 mulheres com câncer de mama e 300 mulheres saudáveis da mesma região. Apenas a forma selvagem do gene foi encontrada em mulheres saudáveis. Já entre as doentes, cerca de 5% possuíam a forma variante. “Esse percentual parece pouco expressivo”, avalia Lima. “Mas ele deve ser visto como um forte indício da relação entre a forma variante do gene e a ocorrência da doença, uma vez que a forma variante não foi encontrada em mulheres saudáveis.” Genes polimórficos e exposição a agentes químicos Na pesquisa sobre leucemia mielóide aguda, a aluna de iniciação científica do curso de medicina Gabriela Góes Yamaguti avaliou os papéis dos genes polimórficos NQO1 e CYP1A, que atuam de forma distinta no metabolismo de agentes químicos, como os hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAP), para o risco de ocorrência da doença. A aluna e seus colaboradores observaram as freqüências das formas distintas dos genes em 133 pacientes com leucemia mielóide aguda e em 133 indivíduos saudáveis. Lima esclarece que os HAP estão presentes na combustão do tabaco, na gasolina e no querosene, entre outras substâncias, e podem levar ao desenvolvimento de câncer em células da medula óssea. “O gene NQO1 produz uma proteína que inativa os HAP. Já o CYP1A1 é responsável pela síntese de uma proteína que transforma os HAP em substâncias ainda mais tóxicas”, aponta a médica. “No primeiro caso, a forma variante do gene apresenta capacidade menor de inativar esses agentes químicos do que a forma selvagem. Na segunda situação, percebemos que a forma variante torna mais intensa a atividade do gene CYP1A1 e, assim, substâncias de maior toxicidade passam a circular no organismo”, completa.&lt;br /&gt;A imagem acima acusa a presença de leucemia mielóide aguda em células da medula óssea (foto: Wikimedia Commons).&lt;br /&gt;Os pesquisadores encontraram as formas variantes de ambos os genes com mais freqüência nos pacientes com leucemia mielóide aguda do que nos indivíduos saudáveis. Assim, os portadores das formas variantes dos genes apresentaram risco 12 vezes maior de desenvolver a doença do que aqueles com as formas selvagens. Lima espera que as pesquisas chamem a atenção para o fato de que características herdadas podem alterar o risco de determinados tipos de câncer e seu conhecimento pode auxiliar na criação de estratégias de prevenção dessas doenças. “Com o estudo sobre câncer de mama, percebemos a importância de, uma vez identificada a forma variante do gene COL18A1 na mulher, monitorá-la pelo resto de sua vida, para detectar a doença precocemente, caso ocorra”, avalia. “Com o outro trabalho, conseguimos identificar grupos de indivíduos que não devem, em qualquer hipótese, entrar em contato com os HAP, quer do meio ambiente quer no hábito de fumar.” Agora os pesquisadores pretendem coletar amostras de sangue de várias capitais brasileiras, como Porto Alegre, Rio de Janeiro, Goiânia, Brasília, Macapá, Cuiabá, Aracaju, Maceió, João Pessoa e Salvador, para saber se essas características se mantêm em outras regiões do país. “Devemos ter em mente que as freqüências das formas distintas de genes polimórficos variam de acordo com as etnias e, devido à forte miscigenação ocorrida no Brasil, é fundamental aprofundarmos os nossos estudos para verificar se os resultados obtidos em nossa região se aplicam à população brasileira”, aponta Lima.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Andressa Spata Ciência Hoje On-line 17/03/2008&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;normal.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;&lt;strong&gt;**GAIA - CONSULTORIA EM BIOLOGIA - NOVOS CURSOS NO SEGUNDO SEMESTRE**&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;informações: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo.com"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;gaiabiologia@globo.com&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-8060338063105917762?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/8060338063105917762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=8060338063105917762' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/8060338063105917762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/8060338063105917762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2008/07/genes-e-cncer.html' title='GENES E CÂNCER'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8849132065938904150.post-4368948674707713356</id><published>2008-07-03T18:52:00.000-03:00</published><updated>2008-07-03T20:12:09.649-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='embriologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fecundação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zigoto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espermatozóides'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reprodução humana'/><title type='text'>Gêmeos Semi-idênticos / Fecundação por dois espermatozóides</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Médicos descobrem novo tipo de gêmeos nos EUA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Crianças são "semi-idênticas", produto da fusão de um óvulo e dois espermatozóides. Irmãos compartilham 100% do DNA materno mas só 50% do paterno; fenômeno só foi descoberto porque um dos bebês é hermafrodita. Gêmeos normalmente são classificados como idênticos (com o mesmo DNA) ou fraternos (com DNA diferente). Um grupo de médicos acaba de descobrir, porém, um terceiro tipo de fraternidade, um grau de semelhança intermediário entre os dois tipos já conhecidos. Um grupo liderado pela pesquisadora Vivienne Souter, do Centro Médico Samaritano Banner Good, nos EUA, fez a descoberta ao analisar o DNA de dois bebês de identidade não-revelada. Um nasceu hermafrodita; o outro é um menino aparentemente normal. Ao analisar os bebês, os cientistas descobriram que seus alelos (genes de uma das duas cópias de DNA) herdados por parte de mãe eram iguais, mas a herança paterna era diferente. "Os gêmeos compartilham 100% dos alelos maternos e aproximadamente 50% dos paternos", relatam Souter e colegas em estudo na revista "Human Genetics". Segundo os pesquisadores, o fenômeno aconteceu porque os gêmeos se originaram de um único óvulo fecundado por dois espermatozóides do mesmo pai. O zigoto formado teria então se dividido em dois, dando origem a dois embriões. Ao que tudo indica, o fenômeno é muito raro. Já se sabia que a fertilização dupla era possível: ocorre em cerca de 1% dos casos, mas em geral o embrião não sobrevive. Para que ela resulte em gêmeos semi-idênticos, porém, ainda é preciso que ocorra a divisão do zigoto. Além de raros, os gêmeos quase-idênticos são difíceis de descobrir. As duas crianças mencionadas no estudo provavelmente não teriam despertado a curiosidade de cientistas se uma delas não tivesse problemas anatômicos. Uma característica relevante da composição genética dos gêmeos, descoberta pelos cientistas, é que eles são "quimeras", ou seja, nem todas as células no corpo de cada um deles possuía DNA igual. "A proporção de células XX [femininas] e XY [masculinas] varia entre os gêmeos e entre tecidos analisados", afirmou o grupo. Isso significa que, dependendo da parte do corpo de onde eles extraíam as células para a análise genética, um DNA diferente estava presente, tanto na criança hermafrodita quanto no bebê normal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;**GAIA - CONSULTORIA EM BIOLOGIA - NOVOS CURSOS NO SEGUNDO SEMESTRE**&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;informações: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:gaiabiologia@globo.com"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ffffff;"&gt;gaiabiologia@globo.com&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8849132065938904150-4368948674707713356?l=gaiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/feeds/4368948674707713356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8849132065938904150&amp;postID=4368948674707713356' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/4368948674707713356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8849132065938904150/posts/default/4368948674707713356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaiabiologia.blogspot.com/2008/07/gmeos-semi-idnticos-fecundao-por-dois.html' title='Gêmeos Semi-idênticos / Fecundação por dois espermatozóides'/><author><name>MARCIO LÉO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05814914192641535526</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://bp3.blogger.com/_65To0NCE13Y/SG1C7Ju8dqI/AAAAAAAAAAU/kkvQbw2Xnz4/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
